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Idade
cronológica X idade biológica
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A
longevidade pode ser definida como o desejo do
ser humano de prolongar a vida, retardar ou controlar
o envelhecimento.
Hoje em dia encontramos pessoas que aparentam
mais idade do que realmente têm e também
o contrário, pessoas com menos idade do
que o real, surgindo um questionamento em cima
desses fatos. Uns envelhecem mais rápido
e outros mais lentamente, dependendo da hereditariedade
e do meio em que vivem. Quando escutamos relatos
de doenças que tinham uma relação
com a idade, tais como hipertensão arterial,
derrame cerebral, infarto do miocárdio,
entre outras, acontecerem em diferentes etapas
da vida, podemos chegar à conclusão
que a verdadeira idade de uma pessoa não
é medida em números de anos transcorridos
desde o nascimento (idade cronológica)
e sim de uma idade interna. Desta forma tais doenças
e também a saúde dependem mais da
idade biológica do que da cronológica.
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A
idade biológica está relacionada com o corpo
e sua vulnerabilidade mediante a sinais críticos e
seus processos celulares.
A sobrevida máxima que um indivíduo
pode ter é de aproximadamente 120 anos, que é
o tempo que o fenômeno natural do crescimento, maturidade
e do envelhecimento levam para se desenvolverem, isso se o
meio em que vive for adequado. Caso isso não aconteça
à duração cronológica é
reduzida.
Com o passar de cada ano a idade fisiológica necessariamente
não aumenta um ano, ela pode acrescentar muito mais
que isso, pois o tempo biológico é diferente
do tempo físico. Para alguns estudiosos o envelhecimento
não é meramente o efeito acumulativo de doenças
crônicas individuais e sim uma síndrome de identidade
bioquímica e fisiológica, portanto passível
de ser quantificada. Esta quantificação em forma
de idade biológica não deve se concentrar apenas
nas pessoas idosas, ela deve fazer parte de um procedimento
habitual clínico e deve ser acompanhado desde os primeiros
anos de vida, para que possamos ter tempo físico de
agir preventivamente e assim melhorarmos a qualidade de vida
enquanto envelhecemos.
É
importante o conhecimento do poder que cada um de nós
tem em modular nossa expressão genética e otimizar
nossas funções orgânicas, com isso retardar
o máximo o envelhecimento que nada mais é, que
a perda progressiva de reserva funcional associada a maior
incidência de processos patológicos.
"Quase
todas as características associadas ao envelhecimento
podem ser moduladas por fatores nutricionais, estilo de vida
e ambientais". (Bland. J. S. Phd).
Um
programa de vida para atingirmos a longevidade com vitalidade
positiva focaria numa excelente hidratação e
alimentação, comendo com qualidade, dando prioridade
a frutas, legumes, verduras e fibras no seu cardápio
diário. Depois uma boa noite de sono, pois nesse momento
o organismo renova várias células (regeneração
do DNA mitocondrial). A exposição à luz
solar por pelo menos uma hora também vai ajudar, entre
outras funções, a estimular a produção
de serotonina. Cuidar do intestino deve ser incluído
nesse programa para que não haja um desequilíbrio
da microbiota intestinal e aumento da permeabilidade, comprometendo
a absorção de nutrientes e entradas de toxinas
na circulação sanguínea.
Procurar se manter ativo seja com exercício físico
e/ou ler, estudar, meditar, passear também faz parte,
sendo esses procedimentos, grandes aliados na busca da tão
sonhada longevidade.
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Nutricionista Andrezza Botelho
Pós-graduada em Nutrição Clinica
Funcional/UNIB S.P.
Nutricionista da 3T Esportes - S.P.
Nutricionista do Projeto Clube do Buuchechinha - S.P.
Atua em consultório particular
Atua em atendimento nutricional domiciliar
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